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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Escorregadinhas na jaca

Normal né?

Que atire a primeira pedra quem nunca "jacou" enquanto estava seguindo alguma dieta (ou mesmo RA)

Preciso confessar meus pecados. Essa semana me desviei totalmente da RA. Comecei com um sorvetinho no domingo à noite, batata frita e chocolate na segunda, e yakissoba ontem a noite... Sem contar que acabei substituindo o pão integral por biscoitos doces de farinha refinada no café da manhã desde segunda... O motivo? Sem-vergonhice purinha! rs

E também não fui à academia na segunda e nem ontem... =/

O motivo de não ter ido malhar: Indisposição devido ao calor.

Gente! Tá quente demais! Num guento não!! rs

E tô achando que nem vou hoje, afinal, a semana já está perdida mesmo... Já não fui na segunda e nem na terça. Minha prima chega do RJ amanhã (quinta) à tarde, então, nós vamos dar um passeio com eles à noite (provavelmente iremos dar uma volta no calçadão da Praia da Costa, e depois pisar na jaca novamente tomar um sorvete, ou comer uma pizza), daí, não vai dar pra ir malhar... Na sexta a academia estará fechada devido ao feriado e no sábado iremos na Garoto... Então... Uma semana de malhação perdida!

Até agora, já eliminei 4,5 quilos (tinha eliminado 5,5 quilos, mas já ganhei um de volta... #saco).

Vou tentar tomar cuidado esses dias... Sei que emagrecer eu não vou, mas o objetivo agora é manter o peso em que eu estou e não sair ganhando mais. Se formos comer pizza, só comerei um pedaço para não ser a anti-social. E na ida à Garoto, vou procurar não comer chocolate (O que vai ser muito difícil, pois o consumo é liberado lá dentro durante a visita. Se comer, vou procurar não ultrapassar dois bombons. Mas a ideia inicial é não comer nenhum mesmo. Sei que pela RA, eu até posso comer um chocolatinho de vez em quando, mas nesse caso especial, pretendo não comer para tentar manter o ponteiro da balança no lugar)

O ruim de enfiar o pé na jaca é que a gente se acomoda e fica difícil voltar pra linha. Mas preciso tentar!

Vou tentar me controlar ao máximo no restante dessa semana e semana que vem volto para a RA e para a academia para reaver os prejuízos...
Continuem na torcida!!!

Beijos!!!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Que final de semana, heim? Uso indevido de imagem e eleições

Esse final de semana foi agitadinho por aqui... 

Hoje vou abordar/desabafar sobre dois assuntos que me incomodaram bastante nesse final de semana.

O primeiro deles, é sobre uso indevido de imagens

Nesse final de semana, uma pessoa conhecida veio me avisar que imagens das taças do MEU casamento, customizadas POR MIM, estavam sendo usadas por terceiros (sem minha permissão/consentimento) como divulgação de "trabalho" em perfil no orkut e em comunidades de rodadas de desconto, por uma pessoa dita "fornecedora".

Não vou nem entrar no assunto dos Direitos Autorais de Imagem (que a fotógrafa que fez as fotos do nosso casamento dispõe), porque se não vou acabar me estendendo muito no assunto.

Tenho consciência que quando posto uma foto na internet, não tenho mais "controle" sobre o destino dela. Posto sabendo que alguém pode salvar a foto no computador afim de ter uma referência futura de algo que ela tenha gostado. Ou colocar em álbuns de fotos em redes sociais, afim de compartilhar uma ideia. Pode acabar postando num blog ou outro veículo online como ilustração de um assunto. E isso tudo, sem atribuir os créditos, pois as vezes uma imagem anda tanto que acaba perdendo-se a fonte. Disso tudo eu sei e tenho consciência.

Penso que se alguém publica uma imagem nossa, é porque gostou.
Se essa "exposição" me incomodasse, eu não teria um blog, concordam?

Quanto a isso, eu sou muito tranquila... Realmente não ligo quando as pessoas usam "minhas" fotos sem fins lucrativos e sem causar danos que venham ferir a integridade moral ou profissional, minha e de terceiros. 
Mas o que eu não concordo e não posso aceitar de jeito nenhum, é uma pessoa usar uma foto do meu casamento, (ou o objeto da imagem, como foi o caso) como se fosse dela, com fins totalmente lucrativos. 

Com isso eu realmente não posso consentir!

A pessoa copiou as fotos dos meus blogs (e inclusive comentou em uma das postagens) e por isso, conhece a fonte. Ou seja, além de usar as imagens sem pedir autorização, não deu o crédito da fotógrafa e está usando o objeto da foto como se fosse trabalho dela. O que não é uma verdade, pois as taças que estão nas fotos, foram customizadas por mim.

A pessoa que me avisou me informou o perfil da fornecedora e a comunidade onde está sendo a rodada de desconto.

Eu não tenho mais orkut, então o Rafael (que ainda mantém a conta dele na tal rede social) foi até o perfil da pessoa ontem, solicitando que a mesma retirasse as fotos. Ela apagou o scrap dele, mas as fotos não.
Já denunciamos ao orkut, mas até agora as fotos estão no ar... (Editado em 09/10/2012. As fotos já foram retiradas do perfil da pessoa e por essa razão, o link do perfil da fornecedora foi retirado deste post)

Não posso concordar com isso pois acho um desrespeito com o que se chama de cliente. Já vi muito picareta mostrando fotos de trabalhos que não eram dele (inclusive fotos impressas, pois as vezes a picaretagem é tamanha que a pessoa chega a montar um álbum físico, com fotos que ela pega na internet e mostra em mãos, para os clientes)

Creio que nem tudo a gente pode controlar. Pois como eu falei, caiu na "rede", é peixe. O destino e o uso que as pessoas dão para as fotos, só Deus sabe! Mas penso que a gente deve denunciar esse tipo de coisa, assim que nos tornamos cientes, visto que não se trata de uma atitude honesta com o cliente.

Eu passei aqui mesmo nesse blog, o PAP (Passo-à-passo) das taças. Ensinei a fazer, afim de ajudar as noivinhas que gostam de colocar a mão na massa ou que estão afim de economizar uma graninha com coisas para o casamento. O sol nasce pra todos e entendo que a pessoa até queira ganhar um dinheirinho vendendo taças customizadas com strass, que ensinei a fazer... Mas poxa, não é pra usar minhas fotos, com um objeto que foi customizado POR MIM como mostruário né? Que use imagens do próprio trabalho... É mais honesto com o cliente (afinal o cliente quer ver um trabalho que tenha sido de fato executado pelo fornecedor) e evita uma série de problemas por usar imagens alheias...

Peço a quem puder, que ajude a denunciar, até que o orkut retire as fotos, porque a dona do perfil pelo visto não vai retirá-las sob livre e espontânea vontade.

O outro assunto (eleições) eu vou deixar para amanhã, pois esse post acabou ficando mais extenso do que eu pretendia...

Bom gente... Por hora é isso!!

Beijos!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

"Quem empresta, não presta"

Hoje resolvi falar de um tema polêmico...

Emprestar coisas... Ou melhor, sobre NÃO emprestar coisas.

"Quem empresta, não presta" Já ouviu esse ditado?

E "quem empresta a um amigo, cobra um inimigo" ou "Dinheiro emprestado parte rindo e volta chorando"?  Quantos já ouviram?

Pode parecer dramático, mas é mais ou menos assim que acontece... 

Na maioria das vezes, emprestamos algo nosso, no qual atribuímos algum valor (financeiro ou sentimental) e a pessoa que pega emprestado, muitas vezes o despreza (seja "esquecendo de devolver", ou devolvendo com avarias), não dando valor nenhum ao objeto e à pessoa do empréstimo. Por isso o ditado do título se aplica bem...

Depois de algum tempo "tomando na cabeça", eu aprendi uma das maiores e egoístas lições da vida adulta: Jamais empreste suas coisas para outra pessoa! Seja ela quem for!

Quer ter algum respeito? Por si mesmo e por suas coisas? Então, se preste e não empreste!

É duro falar assim. É egoísta. Soa mal... Mas infelizmente é necessário.

Mas eu já perdi amizades, já perdi coisas, já me chateei... Estou careca de "perder". Tudo por conta de emprestar algo a alguém. Hoje, já não faço mais isso.


Já passei muita raiva por:
  • Ver que aquele CD que eu emprestei voltou arranhado, que a roupa voltou suja ou desfiada, que o livro voltou cheio de orelhas (ou não voltou)...;
  • Emprestar e depois de algum tempo perceber que a pessoa esqueceu-se de devolver;
  • Pedir algo de volta ao amigo "esquecido" e ainda ter que aguentar a pessoa fazer cara feia (como se nós é que estivéssemos errados em pedir de volta o que é nosso);
  • Perder amizade porque a pessoa passou a me evitar, ou sumiu, pra não ter que pagar algo que devia, ou que estragou.
Praticamente tudo o que eu emprestei até hoje, eu me arrependi de ter emprestado.

Mas a pior de todas foi o meu nome! Só emprestei meu crédito uma única vez na vida. E logo na primeira vez, tomei um calote. Tive que pagar a dívida alheia (mas em meu nome) e ainda perdi a amizade, pois a pessoa começou a me evitar assim que ficou me devendo.

Depois dessas coisas a gente vai ficando esperto e vai aprendendo a dizer "não", sempre que necessário.

O bom seria que as pessoas nem nos pedissem as coisas, afim de evitar a saia justa. Mas como não é assim que acontece, hoje em dia tenho sido taxativa no "NÃO", quando me pedem alguma coisa emprestada. Doa a quem doer!

Não adianta a pessoa dizer que é cuidadosa, ou que devolve rapidinho... Não empresto! 
Por mais que a pessoa seja correta, muitas coisas podem acontecer no trajeto minha-casa>casa-da-pessoa. Um assalto por exemplo! Aí, aquele seu DVD raríssimo do show daquela sua banda predileta, dado de presente por aquela pessoa super especial pode ter sido perdido para todo o sempre.

Por essas e por outras é que eu não empresto quase nada!

Quando eu era criança, meus pais ensinaram três lições básicas sobre pegar emprestado:
  1. Devolva o quanto antes (pois nunca se sabe quando o dono pode vir a precisar do seu objeto), não espere o dono vir te pedir;
  2. Devolva limpo e íntegro. Do mesmo jeito que a pessoa te emprestou;
  3. Se estragou, tenha a decência de dar à pessoa um novo ou lhe pagar o prejuízo.

São lições para uma boa convivência e eu sempre segui a risca essas lições. Sempre que peguei algo emprestado, busquei devolver o mais rápido possível e ser cuidadosa com as coisas dos outros. Tanto que nunca precisei fazer uso da terceira lição.
Bom seria se todos tivessem tido essas mesmas orientações...

Mas como parece que a maioria desconhece essas regras, infelizmente eu tive que remanejar meus conceitos e adotar novos princípios.
Como disse anteriormente, na vivência, eu tomei na cabeça algumas vezes e aprendi umas lições e tenho colocado novas regras em prática de uns tempos pra cá.
São as seguintes:

  1. Nunca mais peço emprestado. (Como ter alguma moral para dizer "não" para alguém se você pede e usa as coisas dos outros? Agora aqui é assim: Se eu quero usufruir de algo, eu compro. Se não puder comprar, fico na vontade, mas pegar emprestado com os outros, nunca mais.)
  2. Não empresto mais, de jeito nenhum: Tem um outro ditado que diz: "Marido, carro, arma e dinheiro não se emprestam". Eu vou além... Não empresto CDs, DVDs, livros, roupas, maquiagem, sapatos, brincos, anéis, colares, ferramentas, crédito, grandes quantias em dinheiro e tudo o mais que tiver para mim um grande valor (financeiro ou emocional).
  3. O que eu empresto: São algumas excessões. Normalmente, coisas do dia-à-dia. Empresto não porque me apetece, mas para que não me julguem como uma pessoa extremamente egoísta que não empresta absolutamente nada. O que eu empresto no dia-à-dia: Caneta que alguém me pede para anotar algo na hora (mas fico em cima, quando a pessoa termina eu peço de volta na mesma hora), pequenas quantias em dinheiro quando alguém precisa (para inteirar uma passagem de ônibus, ou para um lanche na rua, por exemplo) e nesses casos eu nem cobro depois, por se tratar de quantias de pequeno valor, acabo por não fazer questão.

Tenho feito isso e evitado alguns aborrecimentos com objetos avariados pelos outros.

Mais em compensação, tenho notado que algumas pessoas tem ficado chateadas quando recebem um "não".
Mas, fazer o que né? Quando peço algo de volta elas também se chateiam. E se o objeto emprestado não voltar do jeito como era quando eu emprestei, quem se chateia sou eu! Então...

Esse assunto gera muita polêmica e uma tremenda saia justa né?

E vocês? Como agem acerca desse assunto?
Também não emprestam mais suas coisas? Como tem sido?
Ou, como agem quando pegam algo emprestado ou quando emprestam algo?